domingo, 21 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Cartas de crianças brasileiras ao papai Noel
Estas cartas foram escritas por crianças brasileiras e endereçadas ao Papai Noel. Essas cartinhas são comuns no Natal.
SP- Jhonatan Vinicius - 8 anos
Querido papai Noel, estou te enviando essa cartinha para dizer que nesse natal eu queria muito ps2
estou sendo bonzinho todos os dias, ajudo minha mãe a lavar louça e ajudo minha mãe a colocar as toalhas no varal por isso acho que mereço ganhar um video game
Abraço papai noel é nois.
PR- Maria Fernands - 7 anos
Ola papai Noel sei que é difícil ler todos essas cartas e sei que é concorrido ganhar os melhores presentes, mas hoje eu quero um presente simples Noel, gostária que você me desse um Notebook da xuxa além de ser muito pequeno e simples acho que seus ajudantes poderiam criar um rosa pra mim com detalhes da Hello Kitty e sabe Noel a minha mãe sempre diz que a internet esta cada vez mais cara, então se possivel mandar com internet por que eu tenho Orkut e MSN e PC sem net não é PC.
Beijos papai Noel espero meu presente.
MG- Reginaldo Polidorio - 8 anos
Oi papai noel eu acho que te vi no shopping semana passada eu fui com minha mãe fazer compras e vi você sentada por la, eu pedi muito a ela para eu falar com você mas ela falou que estava sem tempo agora minha professora vai mandar nossas cartas para o senhor espero que a minha chegue ai, se chegar papai Noel primeiro de tudo gostaria de falar que te admiro muito você é muito bonzinho acredito que quando você morrer você tera um lugarzinho no céu e você virara Santo Noel
Nesse natal eu gostaria muito de ganhar um cavalo, após ver as canal de vendas de cavalos achei eles muito bonitos então decidi que quero ter um amigo cavalo
Tchau papai Noel fica com Deus espero você dia 25.
SP- Carlos Augusto - 7 anos
Awe papai Noel como que você esta veio? tudo bom por ai? negocio é o seguinte no meu bairro a moda é mp3 e eu não tenho um acho que sou bonzinho não briguei com nenhum amigo só com um mano da escola ele me chamou de FDP e logo que ele falou peguei a cadeira e acertei o queixo dele ele teve um deslocamento mas já esta tudo bem até voltemos a se falar pedimos desculas e jogamos bola no recreio.
Papai Noel nesse Natal eu queria muito um MP4 por que o MP3 ta saindo de moda sabe né
estou no aguardo do MP4 abraços mano Noel.
SC- Leticia Klimber - 8 anos
Querido papai Noel queria saber como esta meu nome na sua lista se estou na dos favoritos ou na dos mals, eu queria muito estar na dos favoritos porque sempre tem mais vantagens.
Estou enviando essa carta para falar que queria muito mais muito mesmo um bilhete da mega sena sempre vejo na TV que quem ganhar vai ficar rico então eu quero ser rica e gostaria muito de ganhar uns bilhetes nesse natal quem sabe ficar rica se o senhor me der um premiado
é isso papai Noel espero ganhar meu bilhete em vez de um simples pedaço de carvão.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Dia Mundial de Combate a Aids
Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.
O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.





